domingo, 26 de novembro de 2017

Festa mundial



Réveillon 2018 em Copacabana terá 17 minutos de queima de fogos
  • 26/11/2017 17h30
  • Rio de Janeiro
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil



Tradicional queima de fogos na virada do ano em Copacaban (Gabriel Monteiro/Riotur)




A queima de fogos no tradicional Réveillon na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, contará com 17 minutos para comemorar a chegada de 2018. A noite terá ainda shows de Anitta, Frejat e a presença das campeãs do Carnaval 2017, Portela e Mocidade.

O público que vai acompanhar a queima de fogos nas areias de Copacabana vai aproveitar um novo ângulo da festa: drones vão sobrevoar o show pirotécnico e transmitir as imagens para os telões.

Segundo a prefeitura do Rio, no último Réveillon, 2,7 milhões de pessoas vieram à capital fluminense e movimentaram mais de R$ 2,2 bilhões. Para este ano, a meta é crescer 15%.

Para manter o turismo na cidade aquecido por mais tempo, a prefeitura esticou a programação do Réveillon deste ano, que começará no dia 26 de dezembro. As atrações incluem uma apresentação do Cirque du Soleil, no Parque Olímpico, e um show da Orquestra Tabajara, em Copacabana.

A programação termina no dia 6 de janeiro, com um desfile na Avenida Atlântica, em Copacabana, das baterias das 13 escolas de samba do Grupo Especial. Elas irão até o palco montado para a festa de Réveillon, para se juntar ao espetáculo da Orquestra Sinfônica Brasileira.

"O Réveillon deste ano será exuberante. A prefeitura vai dobrar o número de guardas municipais em Copacabana para manter o bairro sem problemas de ordem urbana", disse o prefeito Marcelo Crivella, ao anunciar os detalhes do Réveillon.

Edição: Fernando Fraga


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Belos pandas



Panda gigante nascida nos EUA celebra 4º aniversário na China
2017-09-27 10:29:17






 
A panda-gigante Bao Bao aproveita seu bolo de aniversário no Centro de Conservação e Pesquisa do Panda Gigante da China na cidade de Dujiangyan, província de Sichuan, em 23 de agosto de 2017. A panda-gigante Bao Bao, nascida nos Estados Unidos, celebrou seu 4º aniversário em 23 de agosto. Baobao nasceu em 23 de agosto de 2013 em Washington e chegou à China em fevereiro. Este é o primeiro aniversário desde seu retorno à China. Fãs e funcionários prepararam um festa de aniversário simples mas especial para ela. (Xinhua/Yuan Qiuyue)

Chengdu, 24 ago (Xinhua) -- A panda gigante Bao Bao, nascida nos Estados Unidos, celebrou seu 4º aniversário na quarta-feira na Província de Sichuan, no sudoeste da China.

Os funcionários da base de Dujiangyan do Centro de Conservação e Pesquisa do Panda Gigante da China prepararam um bolo de aniversário de 50 quilos feito de bambu, cenoura, pães a vapor e maçãs.

Bao Bao, que significa "preciosa" ou "tesouro" em chinês, nasceu em 23 de agosto de 2013 no Zoológico Nacional Smithsonian, em Washington, o segundo panda nascido ali.

Seus pais Mei Xiang e Tian Tian foram transmitidos ao zoológico americano em 2000 sob um acordo de colaboração entre a China e os Estados Unidos. De acordo com ele, os filhotes de panda nascidos no país norte-americano de pais que estejam emprestados pela China devem retornar ao país asiático, para que eles possam entrar em programas de criação.

Bao Bao chegou a Chengdu em 22 de fevereiro antes de um mês de quarentena.

Mais de 100 turistas e funcionários se reuniram para a festa de aniversário de Bao Bao. A turista americana Charlin, que assistiu a transmissão ao vivo do nascimento de Bao Bao há quatro anos, viajou para Sichuan da Virgínia para participar da festa.

"Espero que ela esteja saudável e feliz aqui", disse Charlin.

Segundo Zou Wenyong, cuidador de Bao Bao, quando chegou à China inicialmente, ela ainda vivia no horário americano e estava acordada à noite e madrugada.

"Bao Bao gostava dos biscoitos dos Estados Unidos e era insensível às minhas instruções quando retornou. Depois de seis mês de treinamento, ela está habituada à vida aqui", informou Zou.

"No início, Bao Bao não comia pães a vapor, pois tinha de cortar os pães em fatias finas e mergulhá-los em mel, muito mel. Tive de fazê-la se acostumar com a dieta chinesa", assinalou ele. "Então começei a cortar os pães em pedaços maiores e reduzir a quantidade de mel. Agora ela pode comer 1.200 gramas por dia."

A panda ganhou oito quilos desde seu retorno.

O centro de criação do panda tem colaborações semelhantes com 12 zoológicos em 10 países.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Armas à venda!



Em visita a hospital em Las Vegas, Trump evita debater venda de armas nos EUA
  • 04/10/2017 19h13
  • Las Vegas (EUA)






Da Agência EFE
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, evitou nesta quarta-feira (4), após uma visita ao hospital universitário onde estão internadas várias pessoas baleadas no massacre ocorrido na noite do último domingo em Las Vegas, debater o tema da venda de armas de fogo no país.

"Não falaremos hoje sobre a violência das armas. Isto foi obra de uma pessoa doente e demente", declarou Trump a jornalistas na saída do hospital, acompanhado da primeira-dama, Melania Trump.
Saiba Mais
"Quero destacar o trabalho dos profissionais que cuidaram das vítimas. Fizeram um trabalho indescritível. Não queremos ver algo assim novamente", ressaltou o presidente. "Estive com vítimas terrivelmente feridas. O que vi aqui é um tributo incrível ao profissionalismo de todas as pessoas. É incrível a valentia da polícia e de todas as pessoas que ajudaram os feridos. Me faz sentir orgulho", completou Trump.
O presidente também disse ter ficado feliz ao saber que a maioria das pessoas que está no hospital receberá alta nas próximas horas, dias ou semanas.

Trump também considerou como "excepcional" o trabalho da Polícia de Las Vegas e da equipe da SWAT que invadiu o quarto do hotel Mandalay Bay, usado pelo atirador Stephen Paddock para balear as pessoas.  "Ele foi localizado em 11 minutos. Fizeram um trabalho fantástico e salvaram muitas vidas", disse o presidente.

Trump evitou falar sobre leis que controlem a venda de armas nos EUA, apesar de ter reconhecido a bordo do Air Force One ontem que esse debate "talvez" seja aberto em algum momento.

Durante a campanha eleitoral de 2016, Trump recebeu apoio da Associação Nacional do Rifle, o maior grupo lobista contrário ao controle de armas nos EUA e que investe milhões de dólares para proteger a Segunda Emenda da Constituição, que garante ao cidadão americano o direito de portar armas.